Percursos sem roteiro

  • Centésima página e um epílogo para cerimónias de despedida

    Esta é a minha centésima página em Praça Pública, essa comunidade digital aberta, sem mensagem incorporada nem mais norma que um mínimo respeito entre os interlocutores, ou mesmo sem ele caso o discrepante sofra de ataque passageiro de auto-suficiência ou notoriedade, que de todo há de haver.

  • O cantar do arrieiro

    Os arrieiros, que som almocreves em Portugal desde o século XII, é ofício velho, apto para anda-caminhos tentados de misantropia ou quiçá de espírito empreendedor e bom tino com contas e bestas.

  • O vértice da opulência, fortunas e legados

    Os olímpicos da fortuna propendem à filantropia e o mecenato. Chegados á cúspide dourada, aforrar para os sucessores dinásticos perde muito atractivo enquanto o ganham os ritos de passo ao céu laico da posterioridade.

  • A arte de furtar

    A Comissom Nacional dos Mercados e a Competência, CNMC, fazia público a finais do passado mês de março a imposiçom dumha importante sançom por práticas colusórias a um selecto grupo de empresas espertas em soluçons tecnológicas

  • Sota, cavalo e rei

    O maço de naipes espanhol vem de imprecisos tempos recuados mas ficou congelado no ouropel medievalista de guarda-roupa teatral que hoje ostenta como lembrança da estética historicista que lhe deu formato definitivo, alá no último quartel do século XIX