Opinión

-Percursos sem roteiro

  • Galiza: estancamento dinámico e um cisne negro

    A perspectiva aberta a unha transformaçom radical da base produtiva da economia galega em perspectva verde peta na porta do futuro algo difusa ainda mas em absoluto utópica. Custa trabalho imaginar-nos em papel protagonista, mas bom, algum dia teria que ser que a Roda da Fortuna, décimo Arcano Maior do Tarô decidisse parar em Galiza.

  • Dor de viver e ataraxia

    A cultura clássica que nos impregna nom podia deixar de indagar no desconforto inevitável que acompanha a tarefa de viver. Cancelar a dor de viver, praticar a ataraxia, é o nobre propósito que inspira à filosofia clássica do abandono do balbordo do viver.

  • Galiza: o interminável processo de revoluçom passiva, do fim do campesinado à internacionalizaçom comercial

    A alegada excentricidade do país, tantas vezes esgrimida como desvantagem insuperável, revelou-se falsa. Firmemente ancorada na economia comunitária, a Galiza avança com firmeza pola senda da competitividade. O resultado nada tem de predizíveis os lúgubres rust belts e as cidades excluídas do progresso económico por terem perdido a senda tecnológica ou a centralidade aí estám